A civilização egípcia surgiu há cerca de 5.500 anos a.C., quando as essências florais foram usadas pela primeira vez em profusão. Com o passar do tempo, as essências florais foram sendo utilizadas amplamente pelo mundo inteiro como China, Sicília, Grécia, Roma, Arábia, Fenícia, Tibete, Austrália, Havaí, África...
Consta que o Povo Essênio fazia remédios à base de flores. Na época de Cristo elas eram usadas para curas medicinais. De fato, muitos livros citam que as essências florais eram amplamente usadas nas antigas e tão conhecidas civilizações como a Lemúria e a Atlândida.

Outras culturas, entre elas os Egípcios, Malaios e Africanos, usavam floras para tratar seus desequilíbrios emocionais.No folclore europeu há registros sobre as propriedades curativas das flores desde a Idade Média. No século XVI, o grande curador místico Paracelsus, recolheu orvalho das flores para tratar os desequilíbrios emocionais de seus pacientes. Na verdade em todos os tempos sempre houve pessoas que se dedicaram a estudar, desenvolver e praticar técnicas de cura e harmonização com as essências florais.
Mas somente em 1930 que um médico inglês sensível, Dr. Edward Bach, decodificou e propulsionou as essências florais para a nossa civilização moderna. Seus efeitos foram reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1976, e se constitui de grande ajuda nestes momentos de transição. Um interesse crescente por essa terapia à base de flores (ou terapia floral) surgiu dos anos 70 em diante e, hoje, existem essências florais em todo o mundo com vários pesquisadores (sintonizadores) e cada um com seu conjunto de essências florais (kit de essências).
Onde há sol poderá haver uma planta que flore.
-Estudos e pesquisas sobre a história dos Florais-
